terça-feira, 20 de novembro de 2012

Exu só faz o Bem!!!

O sacerdote, mago e mestre Alexandre Cumino fala sobre o Orixá Exu descrevendo em poucas palavras, e ensinado a ter respeito sobre esse Orixá que tanto nos da mão para nos ajudar.


segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Documentário - TABU - Devoção Suprema

Nesse documentário realizado pela National Geographic, mostra a dedicação dos umbandista sobre a religião e também esclarece tópicos determinante para a religião.



Colocar ou não, a mão na coroa do Médium?

por - Rodrigo Correia dos Santos - médium, sacerdote umbandista, ogan e adm. do site tamboresdeorunmila.

Essa é umas das questões mais discutidas, e que trazem muitas divergências entre os médiuns.
A coroa mediúnica chamada de “ori” coroa em yoruba é o ponto central de maior força do médium e é onde estão todas as informações sobre a configuração do orixá de frente, orixá adjunto e orixá ancestre, e seus guias de trabalho.
Para o Babaorixá, Pai de Santo por mai graus que tenham só poderá colocar a mão sobre o “ori” de um médium com a permissão do Pai Maior e o principal com o “consentimento” do médium.
Essa é a parte principal no processo de desenvolvimento do médium numa casa de santo, os terreiros de umbanda.
Como funciona esse processo?
 - Havendo consentimento do médium dentro do desenvolvimento mediúnico do terreiro, seu corpo astral e sua faculdade mediúnica e Orixás regentes começam a fase de adaptação, os Orixás e guias espirituais tendem a baixar suas vibrações e igualar com a vibração da casa.
O não consentimento do médium ao Babaorixá, Pai de Santo ao colocar sua mão sobre o “ori” coroa do médium, começar a repelir vibratóriamente entre em conflito com a vibração da casa.
Enquanto pensam que estão trazendo os guias em terras, estão na verdade interferindo o processo energético e vibratório. Isso explica porque os médiuns ficam (rondado, tremendo, saculejando e chorando) sem entender o porquê dessas reações.
O Orixá e os guias espirituais precisam baixar energeticamente suas vibrações para entrar em sintonia com a vibração do médium, para a incorporação.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Magia Divina - por Alexandre Cumino - médium, sacerdote umbandista, mago, escritor e dirigente do Templo Escola Pena Branca


Umbanda – Meio Ambiente e Responsabilidade Social

por - Rodrigo Correia dos Santos - médium, sacerdote umbandista, ogan e adm. do site tamboresdeorunmila.

Os pontos mágicos de maiores intensidade no mundo Umbandista é a mãe natureza, elemento importantíssimo para elevar e equilibrar energeticamente os Orixás e seus médiuns.
O que me entristece muito é a falta de senso de alguns médiuns em relação à responsabilidade social e ambiental. Sábado passado mesmo passei em frente a uma praça na zona oeste de São Paulo, tinha uma oferenda que praticamente “acabou” com a praça geograficamente e ambientalmente falando.
Muita sujeira espalhada pela praça, garrafas (quebradas), alguidares, taças, isso é “crime” contra o meio ambiente - lei nº9. 605 e também esta ajudando a denegrir o nome da Umbanda perante a sociedade em que vivemos.
Na cidade de São Paulo existem espaços demarcados e preparados geograficamente e juridicialmente para pratica de despachos, firmezas e limpezas como Santuário dos Orixás dirigido pelo Pai Ronaldo Linares em São Bernardo do Campo, o Vale dos Orixás localizado em Juquitiba com pessoas preparadas em recolher e cuidar do meio ambiente, para que os médiuns possam abrir suas oferendas com tranqüilidade sem serem perturbados ou agredidos verbalmente por qualquer pessoa.
O médium ao abrir sua oferenda nas vias públicas, praças, tem a obrigação de recolher todos os resíduos do trabalho e jogar no lixo e não jogar em qualquer terreno baldio, o orixá ou o guia espiritual precisa de 15 minutos para canalizar, irradiar e projetar no campo espiritual em beneficio de quem for. Não polua ainda mais o meio ambiente e as cidades aonde vivemos.
Para a nossa Umbanda Sagrada crescer e se firma ainda mais, devemos ter a “consciência” de nossos atos e saber respeitar o espaço das outras pessoas e o ambiente aonde vivemos, e sim preservar e não agredir a nossa principal fonte de energia tanto dos nossos Orixás quanto dos próprios médiuns.