terça-feira, 12 de março de 2013

PETIÇÃO PARA CRIAÇÃO DO SANTUÁRIO REGIONAL DE UMBANDA E CANDOMBLÉ DO ALTO DO TIETE E ARREDORES

A Federação CRESPA grande órgão mobilizador, entende que a mobilização de pessoas pode e muito ajudar a todos, contudo vem criando projetos inovadores e utilizando as técnologias a esse favor, acreditando que é através de projetos que conseguirem avançar, pois mobilizar sem projetos não é suficiente, por esse motivo a FEDERAÇÃO vem convidar a todos a fazerem parte dessa história que o CRESÇA está fazendo perante a todos, mesmo que forem filiados a outras organizações, não tem problema vem unir esforços para o bem coletivo. Pois no CRESÇA é assim todos ganham, por isso o projeto vai na frente, não queremos promover pessoas e sim ações e projetos da comunidade.
Contudo esse projeto que está sendo apresentado fará com que nossos direitos sejam preservados, pois cansamos de sair na rua e ser humilhado, receber palavras de baixo calão, ou então ser chamados de pessoas que estão destruindo a Natureza, e sabemos que não é por ai, alias a religião - Afro provem da natureza e o que mais queremos e preserva-la, mas se não nos dão oportunidade como faremos? Então queremos ser parceiro sim dos órgãos públicos, e que eles entendam e escute a comunidade antes de se fazer algum projeto tem que ser ouvidos.
E não somente criam ações e jogam de cima pra baixo e temos que aceitar. Com o santuário descentralizado em outros municípios, a economia gira-rá  ajudando e auxiliando a todos, pois os senhores não pagaram caro para suas práticas religiosas, seus filhos gozarão da Natureza e cuidarão da mesma pois serão ensinadas a tal, teremos projetos semanais para pessoas de diferentes idades, ensinando  sobre a Natureza, a água fazendo com que o município receba pessoas de outras localidades e assim sendo, melhorando a economia. Queremos ter a oportunidade de junto com o poder público cuidar do que é nosso por direito e nos colocar a disposição.

Link para assinar a petição.

segunda-feira, 11 de março de 2013

Lugares para a prática da Umbanda Sagrada ao ar livre

por - Rodrigo Correia dos Santos - médium, sacerdote umbandista, ogan e adm. do site tamboresdeorunmila.

SANTUÁRIO DOS ORIXÁS

Localizado no bairro de (montanhão) divisa do estado de São Bernardo do Campo, com Santo André o Santuário do Orixás é composto por diversos boxes onde os Terreiros, Casa de Santo de Umbanda e Candomblé praticam suas sessões de atendimento espiritual. O local tem uma infra-estrutura com estacionamento interno do estabelecimento, tem seguranças no local, é composta por uma cachoeira no pátio central o médium tem toda a tranquilidade de abrir suas obrigações, louvar e praticar tanto a Umbanda, quanto Candomblé sem problema algum.
O Santuário dos Orixás é administrado pela Babalaô e Sacerdote Umbandista Ronaldo Antonio Linares.

VALE DOS ORIXÁS

Este sítio em Juquitiba localizado a 74 Km/h da cidade de São Paulo, tem uma grande infra-estrutura com mais de 7 barracões e com uma grande área de mata virgem preservada, é uma ótimo lugar para os Terreiros que buscam uma maior privacidade durante suas sessões de trabalhos espirituais, locais específicos para as oferendas, possui uma belíssima cachoeira, cruzeiro, enfermaria, lanchonete é administrado pelo Sr. Lima e Pai Jamil Rachid fundador e Presidente da União de Tenda  de Umbanda e Candomblé do Estado de São Paulo.

CANTINHO DOS ORIXÁS

Esse espaço localizado a 48,5 km/h da cidade de São Paulo, localizado em Nazaré Paulista com uma infra-estrutura contento barracões grandes, lojas de artigos religiosos, restaurantes, acomodações para Terreiros que queiram passar o dia inteiro no local.
Esse é um espaço pouco frequentado dentro do circuito Umbandista concentrado mais entre o Santuário dos Orixás no ABC e o Vale dos Orixás em Juquitiba.

QUARESMA - por Ronaldo Antonio Linares - Babalaô e Sacerdote Umbandista

por - Ronaldo Antonio Linares - babalaô, sacerdote umbandista.

A quaresma é uma pratica Católica de resguardo, dos quarenta dias que antecedem a sexta-feira santa e páscoa.
A principio a Igreja se mantinha de luto por quarenta dias, começando na quarta-feira de cinzas. Os altares e as capelas menores eram cobertos por um pano roxo (Orixá Nanã?). Toda atividade artística e alegre cessava e, os Terreiro que funcionavam escondidos, temendo represálias por serem descobertos, cessavam suas atividades.
Apesar disso, é considerando que, as atividades com os chamados Guias de Luz e com os Orixás estão paradas, valem-se disso os que trabalham na sombras, os espíritos dos malignos, que aproveitam-se de estarem desprevenidos os homens bons para promover o mau.
A tradição de se fechar os Templos de Umbanda quando não havia liberdade de crença, não tem razão de ser no mundo atual. Muito ao contrário, é nessa época que NÃO DEVEMOS PARAR, é nessa época em que a Quimbanda maligna trabalha à vontade, que o Templo deve estar preparado para que, com o auxilio das Entidades de Luz, denunciar qualquer trabalho negativo que tenha sido feito para atrapalhar seus Filhos de Fé ou frequentadores.
Atualmente, interromper os trabalhos do Templo na Quaresma é descabido, é ingenuidade, é desconhecer que os inimigos trabalham nas trevas e que, se não temos os PRETOS-VELHOS, o CABOCLO ou qualquer entidade que possa nos avisar do mau feito, estaremos desprotegidos, descobertos, ou seja, nas mãos dos inimigos.
É preciso URGENTEMENTE esclarecer que a Quaresma não é AFRO, e sim hebraico-européia, e que já não é preciso se esconder de ninguém, pois na Constituição nos assegura o direito à liberdade de crença e os Padres já não podem mais queimar nas fogueiras da inquisição.
Por isso vamos abrir nosso Templos de Umbanda na Quaresma e cuidar com amor dos nossos Filhos de Fé.

domingo, 10 de março de 2013

Padê de Exu Ecológico - por Grin Xangô sacerdote Umbandista.

Grin Xangô mostra uma forma prática e fácil de faze um padê de Exu ecologicamente correto, onde os elementos usados não agridem o meio ambiente.

"Umbanda é uma religião séria, pra gente séria..."

sábado, 9 de março de 2013

O Desconhecido Orisá Okê (Olooke, Oloroke) O Orisá do Monte, das Montanhas...


Fonte - Axé Olorokê

E sobre o monte, a vida, do homem é possível entre os Orisás, existe um chamado Orisá Okê. Entre todos os Okê, existe um mestre muito importante de nome Olooke, o dono e senhor das montanhas. Anteriormente existiam vários outros Okê junto com ele. Eles também são muito importantes e não se deve brincar com eles, já que representam a justiça acima de qualquer coisa. Sua importância se deve muito ao fato de que todos os Orisás que chegaram no tempo da criação, desceram à Terra por intermédio de Olooke. Okê foi a primeira ligação entre Orun e Aiye (Céu e Terra), sendo que ele foi a primeira terra firme, uma montanha que elevou-se do fundo do mar a pedido de Olodumare e com a ajuda de Oroina e resfriada por Olokun.
Conta o mito dos tempos da criação que no principio do mundo, só reinava Yeye Olokun, a deusa do oceano avó de Ya Olokun e bisavó de Yamoja, e Olodumare.
O Deus supremo estava aborrecido com tanta monotonia de só haver água cobrindo tudo, então ordenou a Oroina, o Fogo Universal, matéria de origem do sol, a lava vulcânica contida nas entranhas da terra, a fazer surgir com a força vital da existência que lhe deu Olodumare, a primeira colina do fundo do mar que cresceu em forma de um vulcão em erupção lançando lava que ela (Oroina), com a ajuda de Olooke, Aganju, e Igbona, trazia das profundezas da terra e que eram resfriadas por Olokun.
Foi assim que nasceu Okê, a montanha, divindade que também é conhecida como Olooke, o dono e senhor da montanha.
Logo Olodumare, o universo com todos os seus elementos, reuniu todos os demais Orisás Funfun em Okê e determinou a cada um, o seu domínio na criação da vida. Chegaram primeiro Obatala e Yemu (Oduaremu). Após a chegada de Obatala e sua esposa Yemu, chegaram os outros Orisás Funfun, sendo um muito especial: Akafojiyan que com seu irmão Danko (ou Ndako) encabeçou os demais vindos à frente e este último passou a habitar os bambuzais brancos.
Chegaram Ogiyan, Olufon, Osafuru, Baba Ajala, Olufande, Orisá Ikere e todos os demais Orisás Funfun. Após a chegada dos Orisás, era a vez dos Ebora e a cada um foi dada por Olodumare uma função na terra.
Sem Olooke nenhuma divindade teria chegado à Terra e sendo ele a primeira terra firme, sempre se deve recorda-lo e fazer-lhe oferendas, pois o que aconteceria se ele resolvesse voltar para Okun. Epa mole.
Olooke é a colina, tudo que é elevado e alto, a lava vulcânica também lhe pertence e é a divindade de todas as montanhas da terra, sendo ainda a força e o guardião de todos os Orisás. É inseparável de Obatala.
A árvore Ose (Baobá) é também sua representação e seu arbusto de culto, pois a grandiosidade do Baobá, sua altura, sua magnitude, a idade de até 6000 anos que pode viver, sua solidez faz dela a árvore escolhida por Olooke para seu culto. No Brasil por existirem poucos Baoba passou-se a cultuar Olooke ao pé da gameleira branca que serve de culto também para Iroko, mas um Orisá não tem nada a ver com o outro.
Na África, até os dias atuais, este Orisá é tido como de muita importância, sendo temido e seus festivais anuais, os “Semuregede”, atraem grande número de fiéis que acreditam que Olooke trará prosperidade e paz pelo ano todo.
Seus ritos são sete e dois deles são os pontos culminantes que é a oferenda no arbusto na floresta sagrada e sua saída à rua acompanhado de seus adoradores onde as pessoas prostram- se com a cabeça no chão em sinal de grande respeito e temor perante um Orisá tão poderoso.
Os não iniciados escondem-se dentro das casas, assim como as mulheres grávidas e crianças que não fazem parte do Egbe. Aquele que pode dirigir-se a Oloke e conversar, fazer pedidos a ele, chamam- se Baba Elejoka.
Olooke é o guardião de muitos povos no Ekiti (Nigéria), e lá estão localizadas as maiores rochas onde se praticam seu culto.
E o mito continua: Quando tudo já estava funcionando com cada Orisá e Ebora com suas funções sendo executadas, eis que Olokun julgou que havia sido prejudicada perdendo espaço para as outras divindades e então Olokun resolveu retomar o espaço que ocupava anteriormente invadindo as terras. Muitos seres que já haviam sido criados morreram com ira de Olokun. Olodumare vendo o que estava acontecendo novamente deu ordens a Oroina, Aganju, Igbona e Olooke para que fizessem uma cadeia de montanhas que isolasse Olokun em seu espaço e assim com a força destes Orisás, as montanhas isolaram Okun, mas Olokun insistia em invadir desafiando assim as ordens de Olodumare, que, enfurecido condenou Olokun a viver nas partes mais profundas do Oceano e ainda a acorrentou dando a ela um mensageiro que era uma grande serpente marinha de tamanho nunca antes visto.
E deu a Olokun uma Ilha aonde sua mensageira viria receber as oferendas para levar até Olokun. Após muito tempo nesta situação, já com a terra e a criação reconstruída, Olokun pediu a Olodumare que a deixasse livre mas os seres que viviam na terra deveriam lhe fazer uma oferenda diária de um ser humano em troca do espaço perdido e que lhe pertencia. Olodumare concordou mas ela deveria permanecer no fundo de Okun e apenas de tempos em tempos poderia vir à superfície em sua ilha e quanto às oferendas diárias, seria a grande serpente, sua mensageira quem lhe entregaria.
Com a invasão de Olokun os primeiros seres que haviam sido criados foram todos tragados pelas águas, mas estes primeiros seres eram defeituosos e mal acabados pois eram as primeiras experiências dos Orisás que puderam então fazer seres mais aprimorados que desenvolveram as civilizações.
Olooke criou vários lugares para sua adoração, mas sua cidade principal foi Okiti Ikole onde era adorado em um grande Ose (baoba). Ekiti, é seu grande celeiro. Olooke também é uma criatura branca complexa e sendo assim veste branco e seu rosto não deve ser encarado por nenhum mortal. O Orisá também não quer ver os olhos das pessoas pois não confia nelas e assim reserva-se debaixo de um Ala.
Olooke esta sempre presente nos festivais de Yeye Olokun e de Obatala. Seu toque principal no tambor “D’Água” lembra muito o Aluja tocado para Sangò, porém mais cadenciado. A dança é muito valorizada pela beleza, e os movimentos tornam-se mais lentos para que possam ser executados com muito mais graça. Ele dança também o ritmo Ijesá, isto tanto na África quanto no Brasil. No festival de Olooke em todo Ekiti, na semana que antecede o festival o Egun de Olooke é quem sai a rua para dançar.
Na semana seguinte é o festival do Orisá que reúne grande número de fiéis e em alguns ritos é proibido a presença de mulheres e crianças, pois, as mulheres não podem sequer tocar no Igbá do Orisá. Elas são consideradas escravas de Olooke e podem apenas cantar para ele (e neste momento quem deve cantar são apenas as mulheres). Elas podem também ser iniciadas para Olooke, porém não podem por a mão no próprio assento de seu Orisá, tendo que imediatamente ser confirmado um homem que fará as funções. Um Orisá acompanha muito Olooke ao ponto de levar em seu nome o nome do Orisá:
Ogun Olooke ou Ogun Oke pouco conhecido no Brasil. Este Ogun viveu ao lado de Olooke e é quem dá caminhos a Olooke. Ogun foi quem abriu os caminhos para Olooke vir para as terras baixas e participar do convívio das pessoas.

ORIXÁ OROINA – A DEUSA DO FOGO UNIVERSAL

por -Baba Rotimi, casadocriador.org.br

No principio do mundo, só reinavam Orisas Olokun, o deus do oceano e Nanã, a deusa dos pântanos e só água cobrindo tudo. Olodumare o deus supremo, aborrecido com a monotonia, então ordenou a deusa do fogo universal, matéria de origem do sol, a força da lava vulcânica contida nas entranhas da terra, a fazer surgir com a força vital da existência do fundo do mar que cresceu em forma de erupção vulcão com a ajuda de Orixás Aganju, deus da erupção vulcânica.
Logo Olodumare, reuniu com todos os demais Orixás e determinou a cada um o seu domínio na criação da vida. Olodumare novamente deu ordens as Orixás Oroina e Aganju, para que fizessem uma cadeia de montanhas que isolasse Orixá Olokun em seu espaço, e assim com a força destes Orixás as montanhas isolaram Okun – mar, mas Olokun insistia em invadir a terra desafiando assim as ordens de Olodumare.
Após muito tempo nesta situação, já com a terra e a criação reconstruída, Olokun pediu a Olodumare que os seres humanos que viviam na terra deveriam lhe fazer oferenda diária de cada ser humano em troca do espaço perdido e que lhe pertencia.
Olodumare julgou justo e concordou, mas ela deveria permanecer no fundo de Okun e
Apenas de tempos em tempos poderia vir à superfície.
É por isto que até hoje todos os dias o mar leva um ser humano, mantendo assim Olokun apaziguado.

sexta-feira, 8 de março de 2013

Segurança de um Terreiro, Casa de Santo dentro da Umbanda Sagrada.

por - Rodrigo Correia dos Santos - médium e sacerdote umbandista, ogan e adm. do site tamboresdeorunmila.
Ao olharmos um Terreiro a primeira coisa que vem em mente é, a estrutura física da casa.
Como diz o ditado popular - "quem vê cara, não vê coração", é exatamente isso que acontece com os Terreiros, Casas de Santos de Umbanda e Candomblé por esse Brasil a fora.
Por fora pode ser até simples, mas as pessoas não imaginam o trabalho que da por dentro, em questão de construir firmezas e assentamentos para que todos seus frequentadores possam se sentir seguros ao entrar dentro de uma casa religiosa e pisar num chão consagrado.
Vou citar 17 passos que o mestre, mago e sacerdote umbandista Rubens Saraceni fala sobre em construir os isolamentos de um Terreiro, Casa de Santo, Jornal de Umbanda Sagrada, página 06 - Ed. 149, Outubro de 2012.

Construção do Isolamento do Terreiro, Casa de Santo

  1. Isolar todo o perímetro do terreiro onde está localizado com um fio de cobre e outro de aço;
  2. Atar as pontas do fio de "cobre" a uma barra de "aterro" e as pontas do fio de aço a um "vergalhão" de aço. A barra e o vergalhão devem ter um metro (+/-) de comprimento;
  3. Cavar dois buracos a barra de "cobre" e no outro a barra de "aço", deixando 30 cm (+/-) de diâmetro e profundidade;
  4. Enterrar em um dos buracos a barra de "cobre" e no outro de "aço" deixando 30 cm acima do nível do chão;
  5. Colocar ao redor da barra de "cobre" uma camada de carvão mineral, e ao redor da barra de "aço" uma camada de carvão mineral;
  6. Cobrir essas duas camadas com uma serragem;
  7. Cobrir as camadas de serragem com areia do rio misturada com pó de ferro;
  8. Cobrir está camada de areia e pó de ferro com uma camada de barro cerâmico ou de fabricação de tijolos. Se conseguir um vermelho e outro branco, coloque está ao redor da barra de ferro e o vermelho ao redor da barra de cobre;
  9. Colocar moedas sobre as duas camadas de barro;
  10. Espetar sete tridentes curvos (femininos) ao redor da barra de cobre e sete tridente retos (masculino) ao redor da barra de aço;
  11. Fincar sete punhais pequenos (trabalho) ao redor de cada barra;
  12. Cobrir tudo com lã de aço e derramar terra sobre a lã até nivelar o buraco com o solo (chão). A seguir cimente só deixando visíveis as duas barras;
  13. Coloque sete olhos de boi e sete búzios fechados ao redor da barra de aço, e sete olhos de cabra e sete búzios aberto ao redor da barra de cobre;
  14. Ao redor dos assentamentos com as barras de cobre e aço, acenda sete velas pretas, sete vermelhas e sete brancas em cada;
  15. Abra uma champanhe e derrame um pouco sobre a barra de cobre e um pouco por fora dos círculos de velas, o resto deixe na garrafa e ofereça a Senhora Pomba-Gira Guardiã dos Mistérios da Esquerda do seu orixá Feminino;
  16. Abra uma garrafa de pinga e derrame um pouco sobre a barra de aço e um pouco em círculo por fora dos círculos de velas, o resto deixe na garrafa e ofereça ao Senhor Exu Guardião dos Mistérios da Esquerda do seu Orixá Masculino;
  17. Cigarro devem ser acessos no assentamentos da Senhora Pomba-Gira e Charutos no assentamento do Senhor Exu Guardião. Após este assentamento, inicial, sempre que for abrir uma sessão de trabalho o dirigente deve firmar uma triangulo com uma vela branca, uma vermelha e uma preta. No assentamento feminino a vela branca fica com o vértice voltado para dentro (cima) e no masculino a vela branca fica com o vértice para fora (baixo). Bebidas, charutos e cigarros são recomendados, não deixando de derramar um pouco sobre as barras e no solo em volta do assentamento;